Paulinho, vocalista do Roupa Nova, morre de Covid-19 em hospital do Rio

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O principal vocalista do Roupa Nova, Paulo César Santos, de 68 anos, o Paulinho, morreu nesta segunda-feira, na Unidade de Terapia Intensiva do Copa D’or, na Zona Sul do Rio. Segundo a assessoria do artista, “ele morreu em decorrência da covid-19, devido ao agravamento de outros fatores do seu estado de saúde”.

Em novembro, o cantor foi internado com Covid-19 e precisou ser intubado. Mas a situação do artista já era complicada. Há cerca de três meses, ele passou por um transplante de medula óssea autólogo, procedimento em que as próprias células-tronco do paciente são usadas para a cura do linfoma, um tipo de câncer que atinge o sistema linfático.

Na tarde desta segunda, os integrantes do Roupa Nova usaram a conta oficial do grupo no Instagram para pedir pensamentos positivos para o artista. Segundo a mensagem, Paulinho já estava internado numa UTI para pacientes sen Covid-19.

Trajetória

À frente do Roupa Nova, desde a década de 1970, quando o grupo ainda se chamava “Os Famks” e depois “Os Motokas”, Paulinho foi o dono da voz responsável por embalar os grandes sucessos do grupo, como “Whisky a Go-Go”, “Meu universo é você”, “Sensual” e “Canção de Verão”.

Natural do Rio de Janeiro, o percussionista e vocalista deu seus primeiros passos na música, no início da década de 1970, ao se apresentar em bailes da cidade com a banda Los Panchos Villa.

Durante os mais de 40 anos em que esteve na banda, o artista dividiu o palco com outros importantes nomes da música brasileira e internacional como a banda The Commodores e as cantoras Ivete Sangalo, Zélia Duncan e Elba Ramalho.

Em 2009, o cantor recebeu junto com o grupo o Grammy Latino de “Melhor álbum pop contemporâmeo brasileiro”.

EXTRA


DHomem

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